Já fui pirata.
Gangster truculento.
Lutador mexicano mal-amado.
Um cachorro narigudo.
Mafioso bonitão e bem cheiroso.
Restou-me ser taxista.
E pra tudo tive um nome.
18.7.09
Meus nomes e eu.
17.7.09
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10.7.09
3.7.09
30.6.09
27.6.09
26.6.09
22.6.09
18.6.09
Dia de Salvação Animal.
Sucedeu que depois de quatro tentativas mal-sucedidas, conclui que ele preferiria morrer, sim, o pobre besouro hesitava em por-se numa posição que melhor agradasse as suas costas e, assim, parasse tanto de balbuciar as suas perninhas.
Então, desisti, lamentando o ver dar seu último e débil suspiro. E ainda nem eram três horas.
Por fim, morreu.
Nota 1: Ouvia-se um estranho barulho emitido por ele. Não sabia se eram suas asas que tentavam levantar um voo ou se era um último pedido de ajuda. Enfim, não o decifrei.
Nota 2: Ao contrário de talvez estejam pensando, não fui tão gentil com o pobre invertebrado. Ou fui? Nem sei, só sei que - depois das quatro tentativas de ajudá-lo, todo o soar do besouro e o último e débil suspiro - o atirei pela janela para que ele pudesse ser decomposto. Afinal, ele já estava morto. Nada mais poderia ser feito. A Terra agradece.
Nota 3: E ainda ajudei duas mariposas a voltar a vida selvagem, pois já por dois dias elas estavam trancafiadas na sala de estar da minha casa.


